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  <title>A Pente-Fino</title>
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  <description>A Pente-Fino - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Mon, 02 Jan 2017 15:34:44 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Mon, 02 Jan 2017 15:12:00 GMT</pubDate>
  <title>O DN a começar o ano em pequenino</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/o-dn-a-comecar-o-ano-em-pequenino-118855</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Ana Sanlez do DN assina um texto intitulado &quot;&lt;a href=&quot;http://www.dn.pt/dinheiro/interior/custo-de-vida-dos-portugueses-subiu-mais-do-que-os-salarios-5580210.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Custo de vida dos portugueses subiu mais do que os salários&lt;/a&gt;&quot;, provavelmente o mais partilhado nas redes sociais neste início de ano. O objetivo da fama está alcançado, o da fidelidade à informação verdadeira é que enfim. Ora então, a jornalista propõe-se a comparar os preços com os salários, mas acaba por nem acertar nos primeiros, nem nos segundos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;1. Preços&lt;br /&gt;Fala-se do preço do café (que alegadamente sobe 50%), o preço do bilhete de cinema (+86%), a viagem de metro (+180%), e outras ninharias. Eu poderia falar do preço de uma viagem a Londres (certamente mais barata hoje), um automóvel com ar condicionado e consumo de 5L/100km (que desceu certamente), o preço de um portátil com 2,4GHz e 500Mb de disco (que caiu a pique), etc. Mas isso não faz sentido; são meros exemplos. &lt;br /&gt;O INE publica uma coisa que é o Índice de Preços no Consumidor que trata de fazer a média como deve ser. Porque é que não se usou este valor, algo que demora um minuto a ser feito? Talvez porque a subida de 2002 para 2015 tenha sido apenas de 26%, o que não é tão espetacular.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;2. Salários&lt;br /&gt;Apesar de se falar em salários no título, no texto fala-se apenas em salário mínimo. Esse parece que subiu 52%... ah bolas, o dobro da subida dos preços. A Ana Sanlez vai então buscar o rendimento disponível das famílias - que entra em conta com muitas outras coisas para além de salários. Mas nem aqui acerta. É que em vez de usar o rendimento per capita, usa o rendimento por agregado familiar. Ora se a Ana tiver um rendimento de 2000, e o namorado receber 1000, o rendimento do agregado é de 3000. No ano seguinte ambos têm um aumento de 50% mas separam-se. A Ana recebe 3000, o namorado 1500, e o rendimento médio dos agregados passa a 2250! Os rendimentos individuais subiram 50%, e o médio por agregado desce! Será que faz sentido dizer que os salários desceram? E também não custava ter visto (nem um minuto demorei) que o tamanho médio do agregado familiar em 2002 era 16% maior que em 2015. Logo, os valores não são comparáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;P.S.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A SIC Notícias faz uma peça baseada neste texto, e além de repetir os mesmos erros acrescenta outro. Diz que o salário mínimo já era 530€ em 2002!! Não há ninguém que já tivesse a primária feita em 2002 na SIC Notícias, para reconhecer o disparate?&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; src=&quot;http://pbs.twimg.com/media/C1G9vWLW8AEG_wn.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;281&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; Post editado: incluído novo exemplo (vôo), de produtos cujo preço desceu.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>preços</category>
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  <pubDate>Fri, 02 Dec 2016 14:29:00 GMT</pubDate>
  <title>Os conhecimentos mais básicos sobre finanças fogem do Correio da Manhã</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
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  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a class=&quot;media-link&quot; title=&quot;Screenshot from 2015-11-10 11:33:42.png&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/atanasio/fotos/?uid=ZkT3MZPcjMUATkDfgZS1&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; title=&quot;Screenshot from 2015-11-10 11:33:42.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/Bb213d03a/18993042_Y2jMV.png&quot; alt=&quot;Screenshot from 2015-11-10 11:33:42.png&quot; width=&quot;413&quot; height=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Houve uma desvalorização na bolsa, ou seja os preços a que eram trocado os títulos em bolsa foi menor ontem do que anteontem. Isto nada tem a ver com a entra ou saída de capitais na bolsa. Aliás é bem possível que haja entrada de capitais na bolsa e haja uma desvalorização ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Explicando de modo a que entendam no Correio da Manhã:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No dia 1, as acções da empresa  A valiam 5€, e as da B valiam 10€. O Joãozinho que tem acções da A, e o Pedrinho que tem acções da B, decidiram trocar uma pelas outras, pelo valor de 5€ as primeiras e 9€ pelas segundas. Não saiu um único euro da bolsa, mas houve uma desvalorização na bolsa.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>finanças</category>
  <category>correio da manhã</category>
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  <pubDate>Mon, 16 Mar 2015 11:14:00 GMT</pubDate>
  <title>Que nome bué da louco, &quot;helicópteros de dinheiro&quot;, vou usar já.</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/que-nome-bue-da-louco-helicopteros-de-118383</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu entendo que a imagem de helicópteros a atirar dinheiro seja apelativa, e que o facto de o termo &lt;em&gt;helicopter money&lt;/em&gt; existir mesmo em economia monetária, tenha dado vontade à Patrícia Abreu de escrever um texto intitulado &quot;&lt;em&gt;Saiba como ganhar com os helicópteros de dinheiro do BCE&lt;/em&gt;&quot; no &lt;a href=&quot;http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/investidor_privado/detalhe/saiba_como_ganhar_com_os_helicopteros_de_dinheiro_do_bce.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Jornal de Negócios&lt;/a&gt;. Contudo, e por muito que se tenha esforçado com várias referências gráficas a essa imagem como &quot;&lt;em&gt;o helicóptero levantou voo&lt;/em&gt;&quot;, &quot;&lt;em&gt;atirar dinheiro para a economia&lt;/em&gt;&quot;, &quot;&lt;em&gt;provocou um vórtice&lt;/em&gt;&quot;, &quot;&lt;em&gt;o helicóptero da Fed esteve muitos anos no ar&lt;/em&gt;&quot; e &quot;&lt;em&gt;na Zona Euro, só agora descolou&lt;/em&gt;&quot; (isto tirado apenas do pequeno resumo que a versão online mostra... imagino que continue), o que está a acontecer na Zona Euro nada tem a ver com &lt;em&gt;helicopter money&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A ideia essencial é imprimir moeda que vá parar directamente às mãos das famílias, estimulando a procura, e isso não está a acontecer. O BCE não está a dar dinheiro, está sim a comprar activos financeiros, algo que faz desde o primeiro dia sendo que desta vez o faz em larga escala, comprando títulos de dívida pública e aumentando a moeda em circulação. Enquanto eu e a Patrícia não recebermos dinheiro na carteira sem termos de pedir um empréstimo ou vender um activo financeiro, não estamos perante helicópteros de dinheiro.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>jornal de negócios</category>
  <category>economia</category>
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  <pubDate>Mon, 02 Feb 2015 20:14:00 GMT</pubDate>
  <title>Para bom observador, meia conjunção aldrabada basta</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/para-bom-observador-meia-conjuncao-118158</link>
  <description>&lt;p class=&quot;sapomedia images&quot;&gt;&lt;a class=&quot;media-link&quot; title=&quot;2015-02-03-205212_1366x768_scrot.png&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/atanasio/fotos/?uid=9iEsIcpp9Yw8HQUQJ4KU&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;img style=&quot;padding: 10px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot; title=&quot;2015-02-03-205212_1366x768_scrot.png&quot; src=&quot;https://fotos.web.sapo.io/i/G1306919d/17987185_AsMRz.png&quot; alt=&quot;2015-02-03-205212_1366x768_scrot.png&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;362&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; O Diário Económico tem hoje uma entrevista publicada sobre o título:&lt;br /&gt;&quot;&lt;a href=&quot;http://economico.sapo.pt/noticias/costa-so-deixara-de-ser-presidente-da-cml-quando-for-nomeado-primeiroministro_211130.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Costa só deixará de ser presidente da CML &lt;strong&gt;quando&lt;/strong&gt; for nomeado primeiro-ministro&lt;/a&gt;&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A capa do DE até é bem mais explícita, ao resumir o tema com um &quot;António Costa fica na Câmara até às eleições legislativas&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Liliana Valente do Observador, ao fazer um texto sobre a mesma, achou que era muita mais giro alterar uma conjunção, e optou por:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://observador.pt/2015/02/02/costa-deixa-de-ser-presidente-se-ganhar-eleicoes/&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Costa só deixa de ser presidente &lt;strong&gt;se&lt;/strong&gt; ganhar eleições&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sensacionalismo</category>
  <category>observador</category>
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  <pubDate>Sat, 27 Dec 2014 15:54:00 GMT</pubDate>
  <title>O Luís Reis Ribeiro prejudica o DN</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/o-luis-reis-ribeiro-prejudica-o-dn-117798</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de ter &lt;a href=&quot;http://apentefino.blogs.sapo.pt/bomba-atomica-o-dinheiro-vivo-rebenta-117431&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;sonhado&lt;/a&gt; há umas semanas que o BCE ia dar dinheiro de borla a toda a gente, o jornalista do Dinheiro Vivo/DN diz agora que o BCE acha que &lt;a href=&quot;http://www.dinheirovivo.pt/economia/interior.aspx?content_id=4313392&amp;amp;page=-1&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Trabalhadores têm poder a mais e prejudicam empresas&lt;/a&gt;. Felizmente já alguém se deu ao trabalho de dar uma olhada no estudo em causa, e de desmontar a... &quot;notícia&quot;. Foi o Luís Aguiar-Conraria em &lt;a href=&quot;http://destrezadasduvidas.blogspot.co.uk/2014/12/titulos-porreiros.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Títulos Porreiros&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 11 Dec 2014 11:26:00 GMT</pubDate>
  <title>Um título, dois erros</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/um-titulo-dois-erros-117514</link>
  <description>&lt;p&gt;Quem abre a página do Jornal de Negócios lê isto:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span class=&quot;crete36&quot;&gt;Poder de compra subiu pela primeira vez em três anos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;crete36&quot;&gt;O título da notícia de Eva Gaspar diz um pouco mais, mas é igualmente mau:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;crete36&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/poder_de_compra_dos_portugueses_subiu_pela_primeira_vez_em_tres_anos_para_79_da_media_europeia.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Poder de compra dos portugueses subiu pela primeira vez em três anos para 79% da média europeia&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;crete36&quot;&gt;Primeiro temos a habitual confusão entre &quot;poder de compra&quot; (seja lá o que isso for), e o PIB per capita em PPP. Não seria tão grave se este não fosse o &lt;strong&gt;único documento do Eurostat&lt;/strong&gt; onde consta uma medida que realmente se aproxima do que as pessoas entendem por &quot;poder de compra&quot;, o Actual Individual Consumption. Ou seja, tendo à frente dos olhos a melhor definição de compra que existe, o JNegócios olha para a coluna do lado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;crete36&quot;&gt;Segundo, quando o meu vizinho perde o emprego e o meu salário é reduzido 20%, não é por a minha desgraça ser menor que o meu rendimento sobe. O JNegócio discorda. Acha que o meu rendimento está melhor. A palavra &quot;subir&quot; dá a entender que se está perante uma subida real, quando os dados são apenas sobre uma subida &lt;strong&gt;relativa&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>jornal de negócios</category>
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  <pubDate>Fri, 05 Dec 2014 18:39:00 GMT</pubDate>
  <title>Bomba Atómica: o Dinheiro Vivo rebenta com as decisões do BCE</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/bomba-atomica-o-dinheiro-vivo-rebenta-117431</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este &lt;a href=&quot;http://www.dinheirovivo.pt/economia/interior.aspx?content_id=4277780&amp;amp;page=-1&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;texto&lt;/a&gt; de Luís Reis Ribeiro, não tem ponta por onde se pegue, logo a começar pelo título:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;1.&quot;BCE quer dar dinheiro à borla a toda a gente&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O BCE não revelou nenhuma intensão clara, para lá de avaliar o que já está a fazer.&lt;br /&gt;O BCE não quer dar, quer emprestar... o que é diferente, e algo que faz desde que foi criado.&lt;br /&gt;Mas não se falou em emprestar, falou-se em comprar títulos de dívida, que a serem comprados seriam comprado a preço de mercado.&lt;br /&gt;E não é emprestar de borla sequer. O BCE já empresta a taxas muito baixas... e não pensa mudar isso. (Ver frase acima)&lt;br /&gt;A toda a gente? Não... O BCE não pensa ter contacto com mais ninguém do que com os bancos ou os mercados financeiros, algo que faz desde que foi criado.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;2. &quot;&quot;quantitative easing&quot; (QE), isto é, programas de alívio monetário puro que, no fundo, é ter o banco central a imprimir moeda que depois injeta nas economias, sem cobrar em troca. &quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Imprimir moeda, e injetar nas economias, é algo que o BCE faz também desde o primeiro dia. &lt;br /&gt;O não cobrar nada, repito, é mentira.&lt;br /&gt;Por último QE, não tem nada a ver com o que diz a frase.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;3. &quot;oferecê-lo às economias: aos governos, aos bancos, às empresas, às famílias.&quot;&lt;br /&gt;Oferecer: não.&lt;br /&gt;Governos: não.&lt;br /&gt;Bancos: sim!&lt;br /&gt;Empresas: não.&lt;br /&gt;Famílias: não.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;4. &quot; trata de impressão pura de moeda.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E o que será então a impressão impura?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;5. &quot;financiamento direto via moeda&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas.. um financiamento se não é via moeda, seria via quê? Ouro?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;6. &quot;o BCE pode ficar com o lixo e as dívidas de bancos, empresas e Estado&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O BCE nunca ficaria com o lixo (?) e as dívidas dos bancos e do Estado (as empresas nem são para aqui chamadas). O que pode acontecer é que um banco/Estado pode não conseguir pagar, e o BCE fica sem o dinheiro. Mas isto já pode acontecer hoje em dia, porque o BCE tem biliões em activos financeiros no seu balanço.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;7. &quot;mutualizando perdas de países mais pequenos&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os grandes não têm perdas? E são só os países que têm perdas?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;8. &quot; o BCE precisa de ter controlo sobre o tamanho do seu balanço, explicou o banqueiro, algo que atualmente parece não estar resolvido.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como é que não está resolvido, se é o BCE é independente e decide o que faz em termos de empréstimos?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;9. &quot;puxar a inflação para próximo de 2%, como está no tratado que institui o seu mandato.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isto não está no mandato. O que está nos tratados é que tem como objectiva a estabilidade dos preços. Os 2% foram definidos pelo próprio BCE.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;10. &quot;É que, no limite, está a dar-lhes dinheiro.&quot; (sobre o QE)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outra vez. Dar e emprestar são diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;11. &quot;O BCE simplesmente adquire os ativos e compensa com emissão de moeda, que fica a circular no sistema. Só o BCE, único emissor de moeda, tem poder para fazer uma coisa destas.&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Compensa o quê? Só o emissor é que pode emitir?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;12. &quot;Há evidência suficiente de que o QE pode ser eficaz&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;Evidence&lt;/em&gt;, em português diz-se &quot;prova&quot;. É contudo uma evidência que o autor não o sabe.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Fri, 21 Nov 2014 11:37:00 GMT</pubDate>
  <title>O Público anda com a cabeça lá para os lados do cometa 67P</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/o-publico-anda-com-a-cabeca-la-para-os-117097</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje: &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/economia/noticia/draghi-diz-que-e-essencial-reduzir-a-inflacao-tao-depressa-quanto-possivel-1676993&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Draghi diz que é essencial reduzir a inflação “tão depressa quanto possível”&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Draghi falou sim em &quot;elevar&quot;, tal como é atestado pelo resto da imprensa. O  Público ouviu &quot;reduzir&quot; - o que, geralmente, é o oposto de &quot;elevar&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Anteontem: &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/ciencia/noticia/a-sonda-file-detectou-moleculas-organicas-no-cometa-1676779&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Por agora, os cientistas da File ainda não revelaram que moléculas orgânicas foram detectadas ou quão complexas são. Se, por exemplo, contêm carbono&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sendo que uma molécula orgânica contem carbono &lt;strong&gt;por definição&lt;/strong&gt;, o Público pode esperar sentado por tal revelação.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há duas semanas: &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/economia/noticia/bce-ja-iniciou-a-preparacao-tecnica-para-comprar-divida-publica-1675375&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;em&gt;BCE já iniciou a preparação técnica para comprar dívida pública&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A frase que o Público cita como prova é a seguinte &quot;&lt;em&gt;The Governing Council has tasked ECB staff and the relevant Eurosystem committees with ensuring the timely preparation of further measures to be implemented, if needed&lt;/em&gt;&quot;, sendo que em nenhuma &lt;a href=&quot;https://www.ecb.europa.eu/press/pressconf/2014/html/is141106.en.html&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;parte da conferência de imprensa&lt;/a&gt; é referida a compra de dívida pública, e mais nenhum órgão de comunicação europeu falou em tal coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/o-publico-anda-com-a-cabeca-la-para-os-117097</comments>
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  <pubDate>Mon, 25 Feb 2013 20:30:13 GMT</pubDate>
  <title>Uma pequena história</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/116803.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A reação dos jornalistas portugueses perante críticas construtivas (como as deste blog) é quase sempre de desprezo ou de contra-ataque. Uma chamada de atenção para um erro não é visto como uma ajuda, mas como uma afronta ou uma ofensa pessoal. Do pouco que nos foi chegando sobre a reação dos jornalistas ao blog, percebemos que havia uma raiva latente.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje pela primeira vez deixei um comentário no Guardian, provavelmente o melhor jornal europeu, onde eu corrigia uma informação dada num texto. Poucos minutos depois, o jornalista em causa escrevia no topo da página um pedido de desculpas, afirmando que as informações que tinha dado antes estavam erradas por culpa sua.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/116803.html</comments>
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  <pubDate>Tue, 19 Feb 2013 13:43:08 GMT</pubDate>
  <title>Verificar fontes é para idiotas</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/116717.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Portugal lidera quebras na construção&lt;/em&gt;, diz o Económico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Portugal teve a queda mais profunda na construção em 2012&lt;/em&gt;, diz o Jornal de Negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Polónia cai 23.7%, Portugal 18.2%,  diz-nos o Eurostat - a alegada fonte das notícias. O Eurostat diz ainda que não há dados para Chipre, Irlanda e Grécia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se é esta a exigência que se tem com coisas que ou são branco ou preto, imagine-se quando há vários tons de cinzento.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/116717.html</comments>
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  <category>estatisticas</category>
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  <pubDate>Tue, 08 Jan 2013 00:31:47 GMT</pubDate>
  <title>A carga fiscal portugesa é &quot;bué da&quot; grande</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/116306.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Era uma vez, dois alunos da preparatória chamados António Costa e Paula Cravina de Sousa que  falaram com um amigo, chamado KPMG, que deu uma olhada nos preços no supermercado. Viu a carne (bom, só o frango embalado e a carne picada) e os iogurtes (de sabor a banana, e também a morango), tanto no Pingo Doce como no Continente. O Continente tinha em geral os preços mais caros.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O António e a Paula escreveram então no pasquim da escola: &quot;O Continente é o hipermercado mais caro de todos&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A stôra comentou então:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Mas o vosso amigo só viu meia-dúzia de produtos, como sabem a média dos preços?&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois acrescentou:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Ele só passou em duas lojas... e o Pingo Doce nem hipermercado é!&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Troque-se &quot;caro&quot; por &quot;carga fiscal elevada&quot;, &quot;hipermercados&quot; por &quot;países europeus&quot;,  e a carne e o iogurte por IRS e temos a notícia do dia saída no Diário Económico. Os jornalistas António Costa e a Paula Cravina de Sousa afirmam que &quot;&lt;em&gt;Portugal tem a carga truibutária mais elevada da Europa&lt;/em&gt;&quot;. Lá pelo meio ainda dizem que só se compara com os &quot;&lt;em&gt;cinco países mais ricos da Europa&lt;/em&gt;&quot; (parece que a Espanha é um dos tais cinco, e nenhum dos escandinavos o é...), mas não há volta a dar ao sensacionalismo do título da notícia.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para lá de chamar Europa a 5 países, compara-se apenas um imposto, o IRS. Parece que o IVAs, IRCs, ISPs e isso são trocos - e eu agradeceria que pagassem a minha parte. Comparam apenas meia dúzia de famílias-tipo, e não a média da população. Comparam ainda o incomparável, uma família com rendimentos de 50000 euros/ano é classe-média na Alemanha mas rica em Portugal , logo é lhe pedido uma contribuição maior.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todos a imprensa &lt;em&gt;copy-pastou &lt;/em&gt;feita carneirada, com a honrosa excepção do &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/economia/noticia/impostos-sobre-rendimentos-elevados-em-portugal-superam-cinco-principais-economias-europeias-1579732&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Público&lt;/a&gt; que foi capaz de escrever um título informativo e rigoroso: &lt;em&gt;Impostos sobre rendimentos elevados em Portugal superam principais economias europeias.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E a Realidade?&lt;em&gt; &lt;/em&gt;Por coincidência o Eurostat publica hoje um &lt;a href=&quot;http://epp.eurostat.ec.europa.eu/statistics_explained/index.php/Tax_revenue_statistics&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;artigo&lt;/a&gt; sobre os últimos dados sobre cargas tributárias na Europa. A Dinamarca tem 48,6%, a média europeia é 40,8%, e nós temos 36,1%. Bolas.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #ff6600;&quot;&gt;Adenda&lt;/span&gt;: um leitor chamou a atenção para o facto de eu comparar números de 2011 com 2013 no último parágrafo. Estava bem claro no post, que eu falava de &quot;últimos dados&quot; e não de previsões. Mas olhemos para as previsões, da &lt;a href=&quot;http://ec.europa.eu/economy_finance/ameco/user/serie/ResultSerie.cfm&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Comissão Europeia&lt;/a&gt;: Dinamarca 48,7%, média europeia 40,9%, Portugal 36,7%.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>diário económico</category>
  <category>impostos</category>
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  <pubDate>Sun, 20 Sep 2009 21:45:54 GMT</pubDate>
  <title>&quot;O Público&quot; e as dicas vindas de Belém</title>
  <author>Oscar Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/115962.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;Neste blog  por termos algumas vezes denunciado omissões e deturpações por parte do Publico, já fomos acusados de comportamento pouco sério, por parte do Dr. José Manuel Fernandes.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Sem mais comentários, resumo a opinião do Provedor do Público:&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O provedor entende que do comportamento do jornal Público, na elaboração da notícia de 18 de Agosto sobre eventuais escutas de Sócrates ao Cavaco Silva, resultou uma atitude objectiva de protecção da Presidência da República, que foi a fonte da notícia.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;Joaquim Vieira, conclui que houve graves erros jornalísticos em todo o processo e dá um exemplo: «o Público permitiu que o guião da investigação fosse ditado pela Presidência da República».&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;O provedor denuncia ainda:  «Na sexta-feira, o provedor tomou conhecimento de que a sua correspondência electrónica, assim como a de jornalistas deste diário, fora vasculhada sem aviso prévio pelos responsáveis do Público».&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/115962.html</comments>
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  <pubDate>Mon, 17 Aug 2009 14:06:04 GMT</pubDate>
  <title>A Alemanha tem mais criminosos que o Luxemburgo!</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/115204.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Pudera, tem muito mais gente!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O raciocínio é demasiado complexo para o Expresso e o Diário Digital que têm esta pérolas:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://aeiou.expresso.pt/portugal-5-maior-defice-comercial-da-ue=f531315&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Portugal: 5º maior défice comercial da UE &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?section_id=2&amp;amp;id_news=122125&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Zona Euro: Portugal regista 5º défice comercial mais alto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;com a agravante do Diário Digital não saber contar (Portugal está em 4º) ou achar que o Reino Unido faz parte da zona Euro. Ter o 5º maior défice comercial nada nos informa sobre o estado do dito cujo, porque é preciso compará-lo com o PIB de cada país. Tal como é preciso comparar o número de criminosos com o tamanho da população.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;A situação é melhor ou pior do que aquilo que os títulos dão a entender? Não sei, não vi os dados, e quem é suposto informar-nos também não.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/115204.html</comments>
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  <category>economia</category>
  <category>expresso</category>
  <category>dd</category>
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  <pubDate>Fri, 14 Aug 2009 13:35:36 GMT</pubDate>
  <title>Mais explícito não poderia ser</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/115001.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O blogue está cheio da habitual confusão entre fluxo e stock, posição e velocidade, alteração e nível.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando o desemprego está alto, isso não implica que tenha havido uma grande subida. Pode passar de 10% para 10.1%. Subida mínima.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando há uma grande subida, não implica que o desemprego esteja alto. Pode subir de 2% para 4%, mas 4% ainda é baixo.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Parece claro não parece?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não para o &lt;a href=&quot;http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&amp;amp;id_news=404207&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Diário Digital&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;tituloArtigo&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;Desemprego: &lt;b&gt;Aumento é o mais alto &lt;/b&gt;desde 25 de Abril - CGTP&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;leadArtigo&quot;&gt;A CGTP defendeu hoje que o aumento da taxa de desemprego no segundo trimestre levou o &lt;b&gt;desemprego ao «o valor mais elevado&lt;/b&gt; registado desde o 25 de Abril» em Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/115001.html</comments>
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  <category>dd</category>
  <category>matemática</category>
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  <pubDate>Thu, 13 Aug 2009 14:44:00 GMT</pubDate>
  <title>Quando 1 pão vale mais que 2</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/114921.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;&lt;i&gt;Salários com menor subida em 5 anos&lt;/i&gt; diz a Catarina Almeida Pereira ndo &lt;a href=&quot;http://dn.sapo.pt/bolsa/emprego/interior.aspx?content_id=1333403&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;DN&lt;/a&gt;. Quando se abre a suposta fonte da notícia, um &lt;a href=&quot;http://www.gep.mtss.gov.pt/estatistica/remuneracoes/ganhossintesesout08.pdf&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;relatório&lt;/a&gt; governamental, vê-se que os últimos dados representam a maior subida em 3 anos (dados semestrais)!&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;O que fez a Catarina então? Olhou para as subidas nominais, ou seja sem contar com a variação de preços! Pessoalmente eu não como notas de euros, como comida (devo ser só eu), logo estou interessado em saber se posso comprar mais ou menos, não se tenho mais ou menos notas no bolso. E aqui houve o maior aumento dos últimos 3 anos. &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/114921.html</comments>
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  <category>dn</category>
  <category>sensacionalismo</category>
  <category>salários</category>
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  <pubDate>Wed, 12 Aug 2009 10:58:28 GMT</pubDate>
  <title>Bola de cristal do Público</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/114579.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;Sobre o número de desempregados sem direito a subsídio de desemprego (por terem um curto período de descontos) o Público tem esta brilhante &lt;a href=&quot;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1395722&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;análise&lt;/a&gt; de João Ramos de Almeida:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;&lt;i&gt;Esta realidade dá, por outro lado, indícios da estrutura do mercado de trabalho. Tem direito a subsídio de desemprego quem tenha feito 450 dias de descontos nos últimos dois anos anteriores ao desemprego. Já para receber o subsídio social de desemprego é obrigatório ter feito mais de 180 dias de descontos.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;&lt;i&gt;Se o desemprego começou a afectar cada vez mais trabalhadores sem direito a subsídio de desemprego ou mesmo a subsídio social &lt;b&gt;é porque parte considerável do mercado de trabalho não possui esses períodos de descontos&lt;/b&gt;. Seja porque se torna cada vez mais difícil encontrar empregos com prazos prolongados de desconto e os contratos a prazo não permitem aceder ao subsídio; ou porque formalmente não têm qualquer tipo de contrato, como é o caso dos &quot;falsos recibos verdes&quot;.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;Ponham-se na cabeça de um patrão que tem que despedir gente durante um mau período. Despedem quem tem contrato sem termo ou quem tem contrato a prazo/recibos verdes? Obviamente a segunda categoria, porque é mais fácil despedir. Logo num momento de crise é de esperar que este tipo de trabalhadores (os que depois podem não receber subsídio) sejam mais despedidos que os outros. &lt;b&gt;Logo haverá mais deles à procura de desemprego&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;Por isso, para ter este resultado não é minimamente necessário haver muita gente com ligações precárias ao contrário do que o jornalista nos quer fazer crer. Em vez de verificar os dados o João Ramos de Almeida tira umas conclusões ao estilo conversa de café.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;E agora toca de mandar umas postas de pescada sobre a conclusão infundada. Se há muita gente com contratos precários, é porque é difícil encontrar dos outros. Conclusão paralela, mas igualmente errada pelas mesmas razões de cima.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;E mais outra! Outra hipótese de haver gente sem subsídio é devido aos falsos recibos verdes. E os verdadeiros recibos verdes? Como é que o João Ramos de Almeida sabe se os que procuram emprego vêm de uns ou de outros?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; &quot;&gt;Como sempre eu também não verifiquei os dados, é até possível que as três afirmações (sem encadeamento lógico) estão correctas. Mas não há ali nada que as legitime.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/114579.html</comments>
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  <category>desemprego</category>
  <category>público</category>
  <category>sensacionalismo</category>
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  <pubDate>Fri, 31 Jul 2009 14:16:10 GMT</pubDate>
  <title>P implica Q não é a mesma coisa que não-P implica não-Q</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/114276.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Duas mulheres tentaram casar-se e isto foi-lhes negado. Depois de vários processos em tribunal, foi pedido que o Tribunal Constitucional declarasse a inconstitucionalidade da definição de casamento no código civil (que exige sexos diferentes). Este pedido em concreto foi rejeitado. Por outras palavras o TC disse que a exclusividade heterossexual do casamento é constitucional.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todos os Lisboetas são Portugueses, mas isso não implica que quem não seja Lisboeta não possa ser Português! Os Portuenses também o são. E os habitantes de Olivença? Não sabemos, porque ninguém perguntou isso ao TC.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ou seja, o casamento homossexual também pode ser constitucional. Nunca foi isso que esteve em causa.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O CM diz &lt;a href=&quot;http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&amp;amp;contentid=C8D6F075-95D7-4C9C-A71C-574B2D469C6A&quot; class=&quot;usg-AFQjCNFPoFYfuL2WDd5i1sMjXLa0B_Skpg&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;TC chumba casamento gay&lt;/a&gt;, o Público diz &lt;a href=&quot;http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1394092&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Tribunal Constitucional diz não ao casamento entre pessoas do mesmo sexo&lt;/a&gt;, o Diário Económico diz &lt;a href=&quot;http://news.google.pt/news/url?sa=t&amp;amp;ct2=pt-PT_pt%2F0_0_s_10_0_t&amp;amp;usg=AFQjCNFT7s7Gz38sVz4LvexAq4m62xYXmg&amp;amp;cid=1312560464&amp;amp;ei=Zv9ySuHfKaXLjAenxKpv&amp;amp;rt=STORY&amp;amp;vm=STANDARD&amp;amp;url=http%3A%2F%2Feconomico.sapo.pt%2Fnoticias%2Ftribunal-constitucional-chumba-casamento-entre-homossexuais_66453.html&quot; class=&quot;usg-AFQjCNFT7s7Gz38sVz4LvexAq4m62xYXmg _tracked&quot; target=&quot;_self&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Tribunal Constitucional chumba casamento entre homossexuais&lt;/a&gt;, etc. Tudo disparates.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/114276.html</comments>
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  <category>correio da manhã</category>
  <category>justiça</category>
  <category>diário económico</category>
  <category>público</category>
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  <pubDate>Fri, 24 Jul 2009 01:49:04 GMT</pubDate>
  <title>Quando passar de 1000 para 1001 é um aumento de 28%</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/114091.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sabe o que significa &lt;a href=&quot;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1393007&amp;amp;idCanal=57&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;i&gt;Número de desempregados cresceu 28 por cento &lt;b&gt;em Junho&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;     lá para os lados do Público? Pensava eu que &quot;em Julho&quot; quereria dizer &quot;no mês de Julho&quot;, &quot;ao longo de Julho&quot;, &quot;durante Julho&quot;, que ingenuidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É que segundo os dados do IEFP (a suposta fonte da notícia) o aumento ao do número de desempregados ao longo de Julho foi de 0,1%. Mas de 0,1% para 28% ainda vai uma grande diferença... acho eu.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/114091.html</comments>
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  <category>público</category>
  <category>desemprego</category>
  <category>sensacionalismo</category>
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  <pubDate>Fri, 17 Jul 2009 16:04:58 GMT</pubDate>
  <title>Estamos em último, se descontarmos os que estão para trás II</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/113834.html</link>
  <description>&lt;p&gt;A Renascença diz que &lt;a href=&quot;http://www.rr.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=92&amp;amp;did=63149&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;i&gt;Portugal é dos que paga mais pela electricidade&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;... &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na suposta fonte da notícia vemos que o preço médio da Electricidade doméstica é 17,73€ na UE27, 17,26€ na Zona Euro e somente 15,25€ em Portugal. O facto de estarmos na metade de baixo da tabela (16 países com preços mais caros) não parece sensibilizar a RR.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E já nem falo da electricidade industrial, onde o disparate seria ainda maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>rr</category>
  <category>sensacionalismo</category>
  <category>preços</category>
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  <pubDate>Mon, 13 Jul 2009 14:04:43 GMT</pubDate>
  <title>Estamos em último, se descontarmos os que estão para trás</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1391556&amp;amp;idCanal=57&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;Portugal tem a sexta taxa de desemprego mais elevada da OCDE&lt;/a&gt; diz o Público. O facto de faltarem estatísticas de 8 países, e de a França ter o mesmo valor que Portugal, não parece sensibilizar o Público.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por outro palavras este título está tão perto da realidade como estaria o seguinte &quot;&lt;i&gt;Portugal tem a 15ª taxa de desemprego mais elevada da OCDE&lt;/i&gt;&quot;.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>sensacionalismo</category>
  <category>público</category>
  <category>estatísticas</category>
  <category>desemprego</category>
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  <pubDate>Wed, 08 Jul 2009 14:23:20 GMT</pubDate>
  <title>A cerveja faz bem à comichão no cabelo</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/113179.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sob o título &lt;a href=&quot;http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&amp;amp;id_news=398048&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;i&gt;Cerveja é «eficaz» reidratante após exercício físico&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; o Diário Digital tem uma notícia sobre cerveja... onde não há qualquer referência à reidratação. &lt;/p&gt;</description>
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  <category>diário digital</category>
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  <pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:40:59 GMT</pubDate>
  <title>Providências</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Diário Digital:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=397751&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;&lt;i&gt;Tribunais dão razão às farmacêuticas contra os genéricos&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
Os tribunais administrativos aprovaram 26 das 31 providências cautelares interpostas pelas farmacêuticas com o objectivo de suspender a entrada no mercado de medicamentos genéricos.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando é que esta gente das notícias vai perceber o que é uma providência cautelar? Aqui fica mais um tentativa:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Zezinho está a cozinhar o prato X e está prestes a juntar coentros, mas o Luizinho interpela-o e diz &quot;é com salsa!&quot;. A mamã ouve a gritaria e diz &quot;calma aí, que eu vou reler a receita&quot;. A quem é que a mamã deu razão?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Resposta: não, ela não deu razão ao Luizinho. Apenas disse, esperem que já vos digo quem tem razão.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>providência cautelar</category>
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  <pubDate>Fri, 05 Jun 2009 13:57:20 GMT</pubDate>
  <title>Tinha que haver um erro na capa</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ontem lá acabei de ler o i... Diz a manchete &quot;«&lt;i&gt;Há uma guerra entre socialistas a dois das eleições» - &lt;b&gt;Durão Barroso responde&lt;/b&gt; a Mário Soares.&lt;b&gt; Declarações exclusivas&lt;/b&gt; ao i&lt;/i&gt;&quot; (sublinhado meu). &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lá dentro: &quot;(...) &lt;i&gt;a frase é soletrada por &lt;b&gt;fonte oficial&lt;/b&gt; da Comissão Europeia&lt;/i&gt;&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Talvez seja só eu, mas &quot;Durão responde&quot; e &quot;declarações exclusivas&quot; são coisas bem diferentes de &quot;fonte oficial&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>i</category>
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  <pubDate>Thu, 04 Jun 2009 18:03:51 GMT</pubDate>
  <title>Os pontos nos i&apos;s</title>
  <author>Miguel Carvalho</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/112456.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Comprei finalmente o i, ainda pouco li mas já apanhei dois disparates.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;1. Enrique Pinto-Coelho e Filipe Morais referem-se ao Terreiro do Paço como &quot;&lt;i&gt;a maior praça da Europa&lt;/i&gt;&quot;. Não é preciso ir até à Rússia, na Itália existe uma &lt;a href=&quot;http://it.wikipedia.org/wiki/Prato_della_Valle&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;praça&lt;/a&gt; que é mais do dobro. É totalmente irrelevante para a notícia em causa, só não percebo porque é que há jornalistas que adoram apimentar as notícias com informações totalmente laterais que ouviram numa conversa de café.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;2. Na secção Dinheiro fazem-nos crer que &quot;&lt;i&gt;desde 1995 que os consumidores europeus não gastavam tão pouco num trimestre&lt;/i&gt;&quot;. Mais à frente dizem-nos que as exportações e as importações &quot;&lt;i&gt;estão no valor mais baixo em 14 anos&lt;/i&gt;&quot;. As afirmações são tão ridículas que nem me dou ao trabalho de ir buscar números. Provavelmente referem-se à maior queda desde 1995, o que faz com que o i entre no clube dos jornais onde há jornalistas económicos que não percebem que a maior queda de sempre nada tem a ver com o nível mais baixo de sempre... ou seja aos outros todos.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>economia</category>
  <category>i</category>
  <category>sensacionalismo</category>
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  <pubDate>Mon, 01 Jun 2009 03:02:23 GMT</pubDate>
  <title>&quot;Varrer&quot;</title>
  <author>Pedro Bom</author>
  <link>https://apentefino.blogs.sapo.pt/112253.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Noto algum(a) abuso/manipulação/falta de conhecimento da língua no &lt;a href=&quot;http://clix.expresso.pt/musica-anti-socrates-dos-xutos-varrida-da-radio=f517786&quot; rel=&quot;noopener&quot;&gt;título desta&lt;/a&gt; notícia do Expresso: &quot;Música anti-Sócrates dos Xutos &lt;b&gt;varrida&lt;/b&gt; da rádio&quot;. Sobretudo quando leio logo a seguir: &quot;Mas, nas rádios nacionais só passou &lt;b&gt;uma vez, uma única vez&quot;. &lt;/b&gt;Serei só eu?&lt;/p&gt;</description>
  <comments>https://apentefino.blogs.sapo.pt/112253.html</comments>
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  <category>expresso</category>
  <category>títulos abusivos</category>
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